"De maneira bem simples e objetiva, construir um Projeto de Vida consiste em documentar os
sonhos, metas, objetivos, desejos e ambições do jovem em relação ao seu futuro. É também
onde escrevemos tudo aquilo que precisamos fazer para alcançar nossos objetivos. É,
portanto, escrever o planejamento do que queremos para o nosso futuro e definir os
caminhos que deveremos percorrer para atingi-los."
Páginas
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Despedida...
Acabou de acabar o ensino médio, faz uns 40 minutos que cheguei e estou escrevendo isso ainda com o coração apertado.
A ficha está caindo: uma fase se encerrou. É hora de guardar no coração vocês que fizeram parte (negativa ou positivamente) do meu ensino médio e seguir em frente... Procurar um emprego, iniciar a facul, o cursinho ou seja lá oq for.
Mas sabe, mesmo que a vida continue, a despedida nunca será fácil e eu nunca saberei lidar com essa maluca da saudade, que aperta nosso peito, nos fazer chorar, nos faz querer voltar no tempo e reviver cada segundo, até mesmo aqueles de estresse kkk
Para alguns parece frescura eu ter me derramado em lágrimas, mas é que eu me doei, Vivi, Senti, Chorei, Sorri, briguei, dancei e todo possível eu fiz nesse ensino médio. Foi intenso. Me fez crescer como ser humano, me fez aprender a ser solidária, a não esperar pela boa vontade das pessoas, me fez conhecer o amor da minha vida e pessoas que não tenho nem palavras para agradecer, me fez descobrir em mim mesma habilidades e valores que eu nem imaginava ter, me ensinou a bater de frente, a dar a cara a tapa sem medo. Me fez ser eu. Me fez melhor.
A todos que fizeram parte disso, meu imenso obrigada. Daqui prs frente é vocês no coração, a saudade no bolso e o futuro na mente.
Obrigada Ilza Irma Integral. Eu amo vocês.
Gaby Borges
Fonte: Facebook
Autobiografia
O objetivo da autobiografia é refletir sobre os acontecimentos importantes da vida do estudante. Lembrar dos detalhes, dos desafios, das superações. ( Autoconhecimento )
Pensar na trajetória acadêmcia, onde estudou, quem eram os amigos e o que aprendeu. Como foi mudar de escola, estudar período integral. Quais as habilidades desenvolveu, o que foi mais significativo e as mudanças que consegue perceber na sua vida. ( habilidades/ valores )
Na conclusão, é preciso contar quais são os sonhos e o planejamento para alcançá-los. Sonhos podem, sim, se transformar em realidade. Basta saber quais passos seguir em busca dessa concretização. E, claro, organização e disciplina para respeitar e cumprir suas próprias metas. No início pode até não ser fácil, mas certamente será compensador, acredite! ( metas para o futuro ).
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Autobiografia
Grávida aos 15. Pai aos 16.
12 de janeiro de 2001, ás
03:45am, no hospital Antoninho da Rocha Marmo, pesando 2,470kg e com 46cm ...
Nasci.
Vou começar contando sobre a escolha do meu
nome: inicialmente, meus pais queriam colocar Tainara – e hoje agradeço por
terem mudado de ideia. Meu avô, que tem três filhos, todos com a inicial F no
nome, sempre quis uma menina para nomear de Fabiane. Então, meus pais
escolheram meu nome em homenagem a ele. Acredito que devido a isso, gosto mais
de Fabiane do que da ideia inicial.
Fabiane significa “Fava que cresce”, e tem
muito a ver comigo. Estou em constante crescimento e evolução e vou mostrar
isso através dessa autobiografia.
Sempre fui uma criança quieta. Minha mãe me
conta que, quando ela precisava arrumar a casa, me deixava no sofá, com a TV em
algum desenho e pronto ... dava até para esquecer que eu existia.
Comecei a dar um pouco de trabalho ao entrar
na pré-escola. Sentia falta da minha mãe e chorava, como muitas outras
crianças. Levei um tempo até me acostumar, mas minha adaptação foi ótima.
Tinhas várias coleguinhas, mesmo sendo um pouco tímida, e adorava a professora.
Gostava das massinhas, dos desenhos e também da comida, que é a parte mais
importante. Quando chegava em casa, cantava as músicas que tinha aprendido e
meus pais me ajudavam naquelas tarefas “difíceis”, como ligar os pontos ou
pintar algum desenho.
Depois de alguns anos, cheguei ao ensino
fundamental. Minha adaptação foi bem diferente a da pré-escola: foi mais rápida
e natural. Entretanto, eu nunca fui de fazer muitos amigos. Era muito tímida e
insegura para isso. Tinha vergonha até de falar com minha professora. Porém, ao
longo dos anos, fui conhecendo alguns colegas, e fui diminuindo a timidez com
os que ficavam próximos a mim.
No 9° ano, me dei conta de que tinha feito
mais amigos do que imaginava. Quando estamos perto de perder alguma coisa, nos
damos conta do quanto aquilo é importante para nós. Então, mesmo sendo tímida,
tentei ficar unida com todos aqueles ao meu redor, pois seria o último ano que
teria aquelas pessoas junto a mim. Aproveitei ao máximo a companhia de todos. E
isso me rendeu bons amigos, que ainda estão comigo agora, no ensino médio.
Ao entrar no Ilza Irma, me deparei sozinha,
sem todos aqueles conhecidos a minha volta e, para melhorar, durante nove horas
por dia ... minha timidez e vergonha voltaram com tudo. Até que, ao ver a lista
do 1° ano D, me deparei com alguns alunos da minha antiga escola. Isso me
deixou um pouco mais tranquila, mas não levou a minha timidez. A cada
comentário em voz alta, cada leitura para a sala toda, era uma vergonha que eu
não conseguia controlar. Minhas mãos ficavam suadas e minha garganta seca.
Demorei um bom tempo para me adaptar e perder a timidez. Durante esse ano todo,
enfrentei alguns medos e percebi que podia aprender com eles, para depois
superá-los de vez. Ter amigos antigos por perto também facilitou muito esse
processo de adaptação. Com tudo isso acontecendo, comecei a me sentir segura e
confiante para fazer qualquer coisa e, graças a essa mudança, fiz vários outros
colegas, tanto da minha sala, como de outras séries.
Vejo esse meu crescimento e percebo que cada
detalhe foi importante e essencial para que eu me tornasse a pessoa que sou
hoje. Sempre pude contar com a ajuda dos meus pais, que são as pessoas mais
importantes em minha vida. Meus padrinhos também têm um grande significado para
mim, pois sempre estiveram acompanhando meus passos. E, também, graças a essa
escola que estou hoje, consigo pensar e planejar meu futuro.
Sonho em me casar e ter uma linda família.
Pretendo, antes desse sonho se realizar, me forma em uma faculdade. Até uns
meses atrás, estava em meus planos cursar Medicina Veterinária. Porém, sou um
pouco “coração de manteiga” para ver algum animal ferido, machucado ou doente e
acho que não conseguiria seguir nessa carreira. Então, penso em alguma área
como Bioquímica ou algo desse tipo. Também tenho o desejo de viajar para o
mundo todo, com alguém especial ao meu lado, alguém que eu já tenho em minha
vida e espero que fique, para conhecer lugares lindos comigo. Quero viver para
conhecer meus netos e, quem sabe, alguns bisnetos.
Quero que minha vida seja rodeada de amor,
paixão e pessoas que me querem bem, até o fim. Quero realizar meus sonhos e
observar a Lua de vários lugares do mundo.
Que eu saiba viver feliz e
que Deus guie todos os meus caminhos, pois é disso que eu preciso para seguir
em frente.
Fabiane Godoy 1EM D
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
Autobiografia
No dia 20 de outubro de 2000 ás 15:38h eu nascia, o fruto de um amor recíproco mas complicado. Minha mãe estava feliz com o meu nascimento e meu pai eu já não sei. Minha mãe se chama Evelise e ela é a minha maior inspiração e a ela devo tudo, ela me teve com 18 anos e desde então começou a trabalhar no shopping, sendo assim, eu ficava com a minha avó Maria Helena.
Meu aniversário de 1 aninho foi das princesas e eu parecia uma, mas diz minha mãe que eu estava muito chata no dia e eu só queria o colo dela. Nós (eu e minha mãe) passamos por muitas dificuldades e ela não podia contar com a ajuda do meu pai. Até meus 5 anos eu ficava em casa com a minha avó e depois minha mãe me colocou na escolinha.
Eu comecei a andar com 1 ano e dois meses e a falar minha mãe não lembra muito bem e minha primeira palavra foi mamãe.
Eu entrei na escolinha com a minha prima emily e no primeiro dia de aula ela foi atropelada e eu fui sozinha para a escola. Fiz amizade com a Maria Eduarda de Paula e brigava com ela porque eu tinha ciúmes da professora. Eu estudei um tempo na tecelagem com meu amigo Luan Patrick, e no dia do brinquedo eu levava uma Barbie até que um dia eu perdi a coroa dela no parquinho e fiquei muito triste por isso. Após esse tempo na tecelagem minha mãe me colocou no carrossel e lá permaneci por um bom tempo.
Quando completei 8 anos fui estudar no Dosulina onde fiquei até os meus 15 anos. Nesses 7 anos eu fiz amizades que quero levar pra vida toda e também conheci pessoas que tenho como exemplo na vida. Sai do Dosulina (escola regular) para ingressar no Ilza Irma (escola integral) é isso pra mim foi uma mudança radical. Eu entrei aqui e fazia curso de inglês também , ou seja, era muito exaustivo. Na primeira semana de aula eu chorava porque achava que não iria aguentar permanecer aqui por um bom tempo mas agora eu já me acostumei e vejo que é essa escola que quero pra mim, pois ela me ajudou a amadurecer, a crescer e a ser uma pessoa melhor. Aqui eu aprendi a tomar decisões melhores e minha família e meu namorado me apoiam com as decisões tomadas. Aqui nessa escola, me redescobri pois vi que mudei muito em alguns aspectos e descobri qualidades que não sabia que tinha. Quando entrei na escola queria fazer engenharia aeronáutica mas percebi que não sou de exatas, e agora pretendo fazer direito porque acho que tenho perfil para ser uma boa advogada. Sou grata por essa escola, pela a minha família e por minha vida, pois sei que independente do rumo que eu tomar eles irão me apoiar.
Naila Jamile Gallo
terça-feira, 25 de outubro de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
quinta-feira, 24 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
Vínculos Sociais x Projeto de Vida
Objetivo: - Promover atividade que favoreça o reconhecimento das características dos alunos associadas a seu modo de ser e a seu papel na família.
- Refletir sobre a necessidade de interação das famílias com o Projeto de Vida dos alunos.
- Propiciar situações que levem o aluno a reconhecer a importância da superação das diferenças pessoais para a boa convivência e para a construção do Projeto de Vida.
Participação : Edna Monteiro, Coordenadora Geral e Ana Vilhena, Vice-Diretora.
Prof°: Geraldo Magela
Meus vínculos sociais x Projeto de Vida
Objetivo: - Promover atividade que favoreça o reconhecimento das características dos alunos associadas a seu modo de ser e a seu papel na família.
- Refletir sobre a necessidade de interação das famílias com o Projeto de Vida dos alunos.
- Propiciar situações que levem o aluno a reconhecer a importância da superação das diferenças pessoais para a boa convivência e para a construção do Projeto de Vida.
Participação : Edna Monteiro, Coordenadora Geral e Ana Vilhena, Vice-Diretora.
Prof°: Geraldo Magela
sábado, 12 de março de 2016
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